Aline Magalhães
Dirigir é, sem dúvida, extremamente prazeroso. O problema é quando no lugar de uma boa e livre estrada o motorista tem de enfrentar congestionamentos quilométricos, buzinas e péssimos condutores à frente. Nem mesmo o mais apaixonado pela direção suporta esse cenário com facilidade. É nessas ocasiões que costumam ocorrer os casos graves de violência no trânsito. Segundo a psicóloga da Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico de São Paulo (EDAC), Kátia Teixeira, as adversidades que o trânsito impõe podem causar um efeito desencadeador da agressividade. “Algumas pessoas são predispostas ao estresse. Ele é colocado para fora quando elas são confrontadas com uma situação de dificuldade, que as impeça de realizar aquilo que querem ou as irrite”, esclarece a especialista.
De onde vem a raiva?
Em geral, temos tendência a descontar nossas frustrações do cotidiano nas pistas, afinal, é desgastante sair de um longo e árduo dia de trabalho e enfrentar um engarrafamento sem fim para chegar em casa. Dar uma “buzinadinha” ou outra é até normal, mas se você é daqueles que, ao ver a fila de carros parados, já começam a esbravejar e esmurrar o volante, cuidado! A psicóloga explica que há níveis de agressividade preocupantes, em que o trânsito é uma válvula de escape e não a origem do problema. O ideal nesses casos é recorrer a uma orientação específica, como a de um terapeuta, que identificará qual o ponto central da raiva e oferecerá tratamento adequado.
Tranquilidade é fundamental
Ainda que o momento seja extremamente estressante, manter a calma é a melhor alternativa para se livrar das confusões. Pequenas atitudes podem ajudar bastante a não perder o controle.
* Esqueça maus hábitos como o de buzinar constantemente ou provocar outros motoristas com gracejos. Lembre-se de que é dessa forma que muitas discussões começam e algumas terminam de forma trágica. Além disso, o erro que irritou você provavelmente nem foi feito de propósito.
* Apesar de divertido, ouvir músicas agitadas em volume alto ativa o sistema nervoso central. O ideal é escolher uma playlist calma.
* Evite pensamentos agressivos, concentre-se em coisas agradáveis e não dê atenção a provocações alheias. Respire fundo, tenha paciência e siga seu caminho.
* Não extravase suas emoções na velocidade do veículo. A direção agressiva coloca a sua vida e a de outras pessoas em risco.
* Em uma colisão, por exemplo, saia do carro de forma tranquila, fale em tom de voz calmo e baixo. Se você provocou a batida, peça desculpas e mostre-se disposto a arcar com os custos de reparo do carro.
* Caso o outro motorista perca o controle, tente acalmá-lo, mas sem muita insistência, não tente controlá-lo. Procure a ajuda de um terceiro, de preferência um policial, para auxiliar a mediar o conflito. “Não sabemos quem é o outro e do que ele é capaz. O importante é não alongar nem incitar a discussão”, aconselha Kátia.
* Para se manter tranquilo, encontre uma fórmula para relaxar. Cantarolar uma música alegre ao volante é uma boa alternativa. Ou experimente praticar alguma atividade fora das pistas que lhe dê prazer. O mais importante é aderir a um estilo de vida que preze pelo bom humor e por hábitos salutares. Tais atitudes fazem parte de qualidades imprescindíveis para um bom motorista: o autocontrole e a direção responsável.
Dirigir é, sem dúvida, extremamente prazeroso. O problema é quando no lugar de uma boa e livre estrada o motorista tem de enfrentar congestionamentos quilométricos, buzinas e péssimos condutores à frente. Nem mesmo o mais apaixonado pela direção suporta esse cenário com facilidade. É nessas ocasiões que costumam ocorrer os casos graves de violência no trânsito. Segundo a psicóloga da Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico de São Paulo (EDAC), Kátia Teixeira, as adversidades que o trânsito impõe podem causar um efeito desencadeador da agressividade. “Algumas pessoas são predispostas ao estresse. Ele é colocado para fora quando elas são confrontadas com uma situação de dificuldade, que as impeça de realizar aquilo que querem ou as irrite”, esclarece a especialista.
De onde vem a raiva?
Em geral, temos tendência a descontar nossas frustrações do cotidiano nas pistas, afinal, é desgastante sair de um longo e árduo dia de trabalho e enfrentar um engarrafamento sem fim para chegar em casa. Dar uma “buzinadinha” ou outra é até normal, mas se você é daqueles que, ao ver a fila de carros parados, já começam a esbravejar e esmurrar o volante, cuidado! A psicóloga explica que há níveis de agressividade preocupantes, em que o trânsito é uma válvula de escape e não a origem do problema. O ideal nesses casos é recorrer a uma orientação específica, como a de um terapeuta, que identificará qual o ponto central da raiva e oferecerá tratamento adequado.
Tranquilidade é fundamental
Ainda que o momento seja extremamente estressante, manter a calma é a melhor alternativa para se livrar das confusões. Pequenas atitudes podem ajudar bastante a não perder o controle.
* Esqueça maus hábitos como o de buzinar constantemente ou provocar outros motoristas com gracejos. Lembre-se de que é dessa forma que muitas discussões começam e algumas terminam de forma trágica. Além disso, o erro que irritou você provavelmente nem foi feito de propósito.
* Apesar de divertido, ouvir músicas agitadas em volume alto ativa o sistema nervoso central. O ideal é escolher uma playlist calma.
* Evite pensamentos agressivos, concentre-se em coisas agradáveis e não dê atenção a provocações alheias. Respire fundo, tenha paciência e siga seu caminho.
* Não extravase suas emoções na velocidade do veículo. A direção agressiva coloca a sua vida e a de outras pessoas em risco.
* Em uma colisão, por exemplo, saia do carro de forma tranquila, fale em tom de voz calmo e baixo. Se você provocou a batida, peça desculpas e mostre-se disposto a arcar com os custos de reparo do carro.
* Caso o outro motorista perca o controle, tente acalmá-lo, mas sem muita insistência, não tente controlá-lo. Procure a ajuda de um terceiro, de preferência um policial, para auxiliar a mediar o conflito. “Não sabemos quem é o outro e do que ele é capaz. O importante é não alongar nem incitar a discussão”, aconselha Kátia.
* Para se manter tranquilo, encontre uma fórmula para relaxar. Cantarolar uma música alegre ao volante é uma boa alternativa. Ou experimente praticar alguma atividade fora das pistas que lhe dê prazer. O mais importante é aderir a um estilo de vida que preze pelo bom humor e por hábitos salutares. Tais atitudes fazem parte de qualidades imprescindíveis para um bom motorista: o autocontrole e a direção responsável.
Fonte: Clube Fiat L'Unico

