terça-feira, 27 de setembro de 2011

O BRASILEIRO ESTÁ PERDENDO SEU SENSO DE HUMOR?

Por: Alexandro Henrico

O estresse, sem dúvidas, está dominando o povo brasileiro nos tempos modernos.
Recentemente eu tive algumas experiências com alguns blogs sobre o mundo automotivo. Como entusiasta e apaixonado por carros, eu visito diariamente os blogs do setor no Brasil, Argentina, EUA e Europa para ficar as novidades do mundo no que diz respeito a lançamentos e novidades e sempre teço meus comentários, em noventa por cento dos casos eu sou muito parcial e sempre defendo aquilo que penso e que acredito, além de defender as marcas do meu coração, mas isso é assunto para outro post.
O que aconteceu realmente e me chamou muito a atenção sobre o estresse e falta de humor generalizada no brasileiro foi um post meu que saiu no site humorístico Bizarrices Automotivas. 
Este blog é um caso a parte no mundo automobilístico, sempre focando em escrachar com as pessoas e carros, eles sempre tiram onda com os proprietários de carros tunados, vídeos engraçados de pessoas fazendo barbeiragens e com os carros de linha, este um caso a parte no tópico “Verdades sobre o...”.
Mas o meu caso aconteceu no tópico “VC no BA”, onde as pessoas postam fotos do carro e contam algo sobre ele e eu fiz isso, postei fotos do meu carro e contei algumas coisas como há quanto tempo o tenho, os itens opcionais presentes e zoei um pouco com a minha cidade, Curitiba. Após sua publicação, começaram as enxurradas de comentários e as pessoas somente se focaram no fato de eu ter dito: “Sou de Curitiba, 1º mundo no Braçil!”
Atentem para a forma como escrevi o Brasil, com “ç” e não s, isso foi uma forma clara de que estava satirizando com essa cidade que canta para todos os lados ser a de melhor qualidade de vida, mas não tem uma rua decente, não tem saúde, segurança pública, somente este ano foi instaurado um plano de defensoria pública e uma cidade que está sempre nos noticiários pelas corrupções na Assembléia Legislativa e Câmara dos Deputados.
Só tive críticas severas, e até xingamentos de palavras que prefiro não reproduzir aqui. As pessoas esqueceram-se do foco do post, que era meu carro, e se prenderam no meu comentário sobre a cidade, como se eu tivesse ofendido a moral de cada um daquele blog.
Somente duas pessoas viram que eu ironizei com a cidade, ou como tá na moda hoje, trollei com ela.
Entendo que o país está num momento complicado de política, roubalheira e outros acontecimentos, onde até mesmo o futebol está decepcionando, mas, antes de qualquer coisa, as pessoas devem aprender a separar o que é sério do que é comédia.
Acredito que o brasileiro está perdendo o foco, o senso de humor e principalmente, o respeito pelo próximo.
Vamos acordar para esse fato minha gente e aprender a separar as coisas e não ofender publicamente pessoas que nem conhecemos, mas principalmente, vamos resgatar nosso senso de humor!


quinta-feira, 17 de março de 2011

Sentir raiva ao dirigir é praticamente inevitável nas ruas das grandes cidades. Saiba quando esse sentimento pode se tornar um problema e como controlá-lo


Aline Magalhães

Dirigir é, sem dúvida, extremamente prazeroso. O problema é quando no lugar de uma boa e livre estrada o motorista tem de enfrentar congestionamentos quilométricos, buzinas e péssimos condutores à frente. Nem mesmo o mais apaixonado pela direção suporta esse cenário com facilidade. É nessas ocasiões que costumam ocorrer os casos graves de violência no trânsito. Segundo a psicóloga da Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico de São Paulo (EDAC), Kátia Teixeira, as adversidades que o trânsito impõe podem causar um efeito desencadeador da agressividade. “Algumas pessoas são predispostas ao estresse. Ele é colocado para fora quando elas são confrontadas com uma situação de dificuldade, que as impeça de realizar aquilo que querem ou as irrite”, esclarece a especialista.

De onde vem a raiva?
Em geral, temos tendência a descontar nossas frustrações do cotidiano nas pistas, afinal, é desgastante sair de um longo e árduo dia de trabalho e enfrentar um engarrafamento sem fim para chegar em casa. Dar uma “buzinadinha” ou outra é até normal, mas se você é daqueles que, ao ver a fila de carros parados, já começam a esbravejar e esmurrar o volante, cuidado! A psicóloga explica que há níveis de agressividade preocupantes, em que o trânsito é uma válvula de escape e não a origem do problema. O ideal nesses casos é recorrer a uma orientação específica, como a de um terapeuta, que identificará qual o ponto central da raiva e oferecerá tratamento adequado. 

Tranquilidade é fundamental 

Ainda que o momento seja extremamente estressante, manter a calma é a melhor alternativa para se livrar das confusões. Pequenas atitudes podem ajudar bastante a não perder o controle. 
* Esqueça maus hábitos como o de buzinar constantemente ou provocar outros motoristas com gracejos. Lembre-se de que é dessa forma que muitas discussões começam e algumas terminam de forma trágica. Além disso, o erro que irritou você provavelmente nem foi feito de propósito. 
* Apesar de divertido, ouvir músicas agitadas em volume alto ativa o sistema nervoso central. O ideal é escolher uma playlist calma. 
* Evite pensamentos agressivos, concentre-se em coisas agradáveis e não dê atenção a provocações alheias. Respire fundo, tenha paciência e siga seu caminho. 
* Não extravase suas emoções na velocidade do veículo. A direção agressiva coloca a sua vida e a de outras pessoas em risco. 
* Em uma colisão, por exemplo, saia do carro de forma tranquila, fale em tom de voz calmo e baixo. Se você provocou a batida, peça desculpas e mostre-se disposto a arcar com os custos de reparo do carro. 
* Caso o outro motorista perca o controle, tente acalmá-lo, mas sem muita insistência, não tente controlá-lo. Procure a ajuda de um terceiro, de preferência um policial, para auxiliar a mediar o conflito. “Não sabemos quem é o outro e do que ele é capaz. O importante é não alongar nem incitar a discussão”, aconselha Kátia. 
* Para se manter tranquilo, encontre uma fórmula para relaxar. Cantarolar uma música alegre ao volante é uma boa alternativa. Ou experimente praticar alguma atividade fora das pistas que lhe dê prazer. O mais importante é aderir a um estilo de vida que preze pelo bom humor e por hábitos salutares. Tais atitudes fazem parte de qualidades imprescindíveis para um bom motorista: o autocontrole e a direção responsável.
Fonte: Clube Fiat L'Unico

quinta-feira, 3 de março de 2011

Networking: como está sua rede de contatos?

Especialistas mostram que atitudes simples do dia a dia, como conhecer pessoas e manter o contato com elas, podem alavancar a sua carreira



Adriana Chaves

Seja sincero: nos últimos tempos, você respondeu todos os e-mails que recebeu? Ou foi ao lançamento de um livro de sua área esta semana? Não? Então, cuide-se: você pode estar defasado em seu networking. Ou seja, sua rede de relacionamentos profissionais está abandonada e você corre o risco de ser esquecido, seja para aquela promoção, seja para fazer parte de uma sociedade, seja para um jantar que faria sua rede expandir mais e mais.

Gustavo Cintra, administrador de carreira, explica que networking não é bajulação. “Não é ficar puxando o saco de ninguém. É uma via de mão dupla. É preciso que o contato seja do interesse de todos.” O coach Martin Messier vai mais além e elege dois princípios de networking: “Doe sem esperar receber e aborde as pessoas com entusiasmo. É essencial e contagioso. Ninguém fica impressionado com uma pessoa ‘café com leite’”.

Pedimos aos dois especialistas dez dicas de como montar essa rede de relacionamento. Veja só:

1 - Apresentação pessoal: “Isso é básico. Quando conhecer alguém que se mostre interessante ao fim de uma conversa, entregue seu cartão de visita sem medo. Provavelmente vai receber o dele”, diz Cintra.

2 - Beba na fonte: “Autores conhecem muita gente. Utilize isso de forma estratégica. Quando você ler um autor interessante, entre em contato com ele. Compartilhe suas impressões sobre os trechos da sua obra de que mais gostou. O próprio autor poderá colocar você em contato com outras pessoas interessantes que você nem sonharia em conhecer”, aconselha Messier.

3 - De volta à sala de aula: “Volte para a sala de aula e faça um curso dentro ou fora de sua área, conheça seus colegas e professores. Tenho um amigo, advogado trabalhista, que se especializou em comunicação empresarial e seus colegas eram quase todos jornalistas, alguns trabalhando em jornais. Virou fonte de matérias”, conta Cintra.

4 - Veja seus e-mails: “Negligenciar e-mails é um erro grave. Afinal, não é legal distribuir seus cartões de visita para todo mundo, receber um e-mail e não respondê-lo. Por isso, responda todos, sejam do presidente de uma multinacional, sejam de um estudante”, diz Cintra.

5 - Social: Identifique as necessidades e os problemas das pessoas com quem quer se relacionar e ajude-as a solucioná-los sem esperar nada em troca.

6 - Prudência: Saiba utilizar a internet. “E-mail é um negócio perigoso. Eu recebo um monte de corrente de gente que conheci por aí e não pega bem. Atenha-se ao contato profissional”, diz Cintra.

7 - Casual: O melhor networking, assim como os melhores encontros amorosos, acontece fora dos lugares habituais. Em vez de bares, é melhor conhecer as pessoas no supermercado ou na cafeteria. O mesmo se aplica ao networking. O encontro casual ou o papo informal no clube, no supermercado dão de dez a zero no encontro formal em eventos em que todos estão um pouco tensos e, às vezes, cansados de encontrar tanta gente. Estes também são importantes, não descarte-os.

8 - Ao público: “É difícil, dá medo, mas fale com a imprensa sempre que tiver a chance. Trate muito bem o repórter. Hoje ele está em um pequeno jornal de bairro, amanhã entra nas redações mais importantes e, acredite, você vai querer ir com ele”, aconselha Cintra.

9 - Midias sociais: Twitter, Facebook, Orkut, blog... Há muitas ferramentas à disposição na internet para você fazer networking. Visite e comente em outros blogs, seja profissional no Twitter e atenha-se ao tema profissional.

10 - Conteúdo: “Nada pior que lidar com alguém que não tem conteúdo. De nada vai adiantar cartão de visita, imprensa, Twitter se no fim das contas você não sabe do que está falando. Leia livros e atualize-se na sua área, leia jornais e atualize-se sobre o mundo. Vá ao cinema, ao teatro, ter cultura nunca é demais”, finaliza Cintra.

Fonte: Clube Fiat L'Unico

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Consórcio é boa ferramenta de planejamento financeiro, diz presidente da Abac




SÃO PAULO – Comprar um imóvel ou um carro, pagar a faculdade ou mesmo a viagem dos sonhos não são tarefas fáceis para muita gente. Juntar todo o dinheiro para o pagamento à vista pode levar anos e financiar as compras, com os juros aumentando, pode fazer com que a compra saia muito mais cara que o preço original.

Para esses casos , o consórcio pode ser uma boa opção. “O consórcio é uma ferramenta de planejamento financeiro. A pessoa pode planejar a compra do bem e pagar parcelado sem juros”, conta o presidente da Abac (Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio), Paulo Rossi.

“Para quem pensa no futuro, o consórcio é uma poupança programada, ou seja, em algum momento você vai ser contemplado por sorteio ou por lance, enquanto na poupança tradicional demora muito para você juntar o valor necessário. Sem falar que, com o comprometimento de pagar a parcela, o consórcio proporciona a disciplina financeira que o consumidor não tem em uma poupança tradicional”, completa.

Vantagens
Além do consórcio ser um parcelamento sem juros, Rossi afirma que outra grande vantagem é que o consumidor tem o poder de compra à vista, após ser contemplado.

“Com a carteira de crédito na mão, após a contemplação, ele vai no mercado, escolhe seu bem – que pode ser novo ou usado – e poderá barganhar o preço. Ou seja, ele tem a mesma vantagem do consumidor que tem o dinheiro para pagar à vista e consegue preços mais em conta”, diz.

Para o executivo, o consórcio só deixa de ser interessante para quem precisa do bem imediatamente. “Infelizmente, não dá para saber quando o consumidor será contemplado. Por isso, para ser um consorciado, ele precisa ter flexibilidade de tempo para a compra do que deseja”, finaliza.

Fonte: Uol Economia / Info Money / ABAC

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Confira os cuidados que devem ser tomados na hora de realizar o sonho da casa própria.


Adquirir um cantinho para chamar de seu estava no topo da lista de resoluções do ano novo? Se sim, a hora é essa. As perspectivas para 2011 são animadoras para quem ainda sonha com a casa própria. Apesar do aumento dos preços dos imóveis, a renda e o crédito imobiliário tendem a continuar sua trajetória de elevação. No entanto, é importante seguir as dicas de especialistas e pesquisar bem para ter sucesso na realização desse importante desejo.
Segundo Bruno Teodoro, diretor da Estrutura Consultoria, o primeiro passo é pesquisar valores e procurar profissionais habilitados pelo Creci. Para não acabar pagando gato por lebre, Teodoro também recomenda verificar se o valor de avaliação do imóvel feito pelo banco é o mesmo cobrado pela construtora.
Nos imóveis comprados na planta, o pior que pode acontecer é o empreendimento nunca sair do papel. Portanto, certifique-se de que existe um memorial de incorporação no cartório de Registro Geral de Imóveis (RGI) da região.
“O registro é obrigatório e comprova entre outras coisas, a idoneidade financeira da construtora. Se não houver, nem pense em comprar”, afirma Hamilton Quirino, advogado especializado em Direito Imobiliário.
Valores fixos - Depois de verificada a boa fé da construtora e do vendedor, é preciso pensar nas condições de pagamento. Como, em geral, os financiamentos habitacionaissão longos, a tranquilidade de fazer um bom negócio vai depender do momento de assinatura do contrato.
Desta maneira, esmiúce bem o documento de financiamento, se informando sobre as correções das parcelas que pagará durante e após a obra.
“Se o contrato está assinado, a construtora não pode pedir mais pelo imóvel depois da obra concluída”, alerta Bruno Teodoro.

Fonte: ZAP Imóveis

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Já conhece Bombinhas em SC?



Bombinhas - SC


Escondida entre a capital Florianópolis e Balneário Camboriú, dois concorridos destinos do verão catarinense, Bombinhas chama a atenção pela natureza preservada. Com praias e vegetação de mata Atlântica por quase todos os lados, a cidade tem rígidas regras ambientais que impedem a degradação e garantem paisagens limpas mesmo na temporada, quando recebe cerca de dez vezes sua população fixa, que gira em torno de nove mil habitantes.
É na alta estação que Bombinhas, literalmente, pega fogo, atraindo brasileiros de diversos estados e muitos argentinos que chegam em busca de suas praias, das movimentadas Bombinhas e Bombas às tranqüilas Zimbros e Canto Grande. O público jovem toma conta de Quatro Ilhas, cenário dos luaus e de onde se avista as ilhas de Arvoredo, Galés, Deserta e Macuco. O arquipélago, que compõe a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, é considerado um dos melhores pontos de mergulho do Brasil, com águas transparentes, exuberante vida marinha e naufrágios.
Diversas trilhas repletas de bromélias e orquídeas  entre elas a Laelia purpurata, símbolo de Santa Catarina levam a mirantes naturais como o Morro do Macaco, a 150 metros de altitude e que descortina o mais belo pôr-do-sol da região, e o Eco 360º, que revela cada recanto da cidadezinha de apenas 36 quilômetros quadrados.
Como Chegar:
• De avião
Há vôos diários partindo das principais capitais do país para o Aeroporto de Navegantes, a 56 quilômetros de Bombinhas. O Aeroporto de Florianópolis fica a 78 quilômetros.
• De carro
Vindo do Norte ou do Sul: acesso pela BR-101 (até o Km 243) e SC-412.
• De ônibus
A melhor opção é pegar um ônibus até Balneário Camboriú, a 41 quilômetros de Bombinhas.
Fonte: Assessoria de Imprensa - Embracon News

Casa Ecológica - Teto Verde



Muito se fala sobre as tais coberturas verdes, que mais parecem jardins suspensos. Mas por que elas ganham tantos adeptos? Para um sistema de fácil instalação e custo viável, o resultado surpreende e a lista de vantagens é extensa.
Sobre a estrutura impermeabilizada do telhado ou da laje, colocam-se manta de proteção antirraízes, manta de retenção de nutrientes, terra adubada e plantas que exijam poucos cuidados em relação a água, poda e nutrição. “A camada de terra e vegetação funciona como um filtro de calor ou de frio, mantendo a casa fresca no verão e agradável no inverno”, diz a arquiteta Karla Cunha, de São Paulo.
Esse conjunto barra ruídos que vêm de fora e ainda pode virar uma área de lazer, dependendo da inclinação da cobertura e do peso que suporta. Além dos benefícios para os moradores, o planeta sai lucrando, pois telhados verdes diminuem a concentração de calor nas grandes cidades e ajudam a reduzir os riscos de alagamento, já que a água da chuva escoa mais lentamente.
Esse tipo de telhado substitui parte do solo permeável ocupado pela casa. Assim, a drenagem da chuva acontece em ritmo lento, evitando enchentes em locais cobertos de asfalto, cimento ou piso cerâmico, que não absorvem a água.
Plantas que vão bem no telhado 
- Grama-esmeralda (Zoysia japonica)
Resistente ao pisoteio, é um dos tipos mais rústicos entre as gramíneas. Para que fique viçosa, depende de rega quando a chuva for insuficiente. Adubação semestral e poda periódica a mantêm homogênea.
- Grama-amendoim (Arachis repens)
Proporciona forração densa, com flores amarelas em boa parte do ano. É mais indicada para áreas sem pisoteio, dispensa podas regulares e suporta períodos de seca, embora sofra com geadas.
Fonte: Planeta Sustentável e Blog da Iveco

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Para 70% das famílias, esse é um bom momento para comprar bens duráveis

O momento atual é propício para comprar de bens duráveis para 68,3% das famílias brasileiras. É o que apontam os dados divulgados pela CNC (Confederação Nacional do Comércio).
Nas famílias com renda de até dez salários mínimos, houve aumento de 3,2% na percepção sobre o momento de consumo de bens duráveis, enquanto nas demais famílias esse aumento foi de 2,1%.
Segundo o levantamento, as condições de crédito explicam parcialmente esse comportamento. Além disso, o consumo de bens duráveis tem se beneficiado da evolução dos preços. As lavadoras de roupas tiveram alta de 2,6%, enquanto os fogões ficaram com os preços estáveis. Já os televisores e microcomputadores tiveram queda de 19,8% e 10%, respectivamente.
Por outro lado, o estudo da CNC apontou que, neste mês, 24,9% das famílias brasileiras não consideram um bom momento para consumo de bens duráveis.
ICF
O indicador ICF (Intenção de Compras da Família) apontou que o item momento para duráveis apresentou crescimento de 3,1% em dezembro, na comparação com novembro, passando de 139,1 pontos, para 143,3 pontos.
No geral, a intenção de consumo das famílias subiu em dezembro e atingiu o maior patamar desde o início da pesquisa CNC, passando de 139,1 pontos em novembro, para 143,4 pontos este mês, uma alta de 3,1%.
Abaixo de 100 pontos, o índice revela uma percepção de insatisfação e, acima deste patamar, indica satisfação, que pode chegar a 200 pontos.
O indicador da CNC é composto por sete itens, sendo eles emprego atual, renda atual, compra a prazo, nível de consumo, perspectiva profissional, perspectiva de consumo e momento para duráveis.
Fonte: Infomoney e Embracon